Entre o mar e a arte, Thiago Thipan constrói a sua expressão. Um território feito de movimento, natureza e experiências do cotidiano. E é nesse mesmo território que começa sua história com a S.A.L
| Quem é Thiago?
Natural do Rio de Janeiro, Thiago trabalha profissionalmente com arte desde 2013. Começou sua trajetória pintando murais em Curitiba e, em 2015, mudou-se para Florianópolis. O seu trabalho, que já ilustrou muitos pontos de diversas cidades, transita entre a figuração e a abstração.

Movido pelo surf, descobriu o lugar onde suas paixões podiam ganhar formas e cores, com mais liberdade.

Hoje, o mar está presente em sua rotina: nas ondas que surfa, nos mergulhos, nos banhos de água salgada.
| A conexão
A colaboração entre Thiago e a S.A.L começou a partir de uma conversa com Henrique, um dos sócios da marca, durante uma exposição do artista André Mendes, em Curitiba.
A ideia inicial era criar uma coleção de roupas funcionais, pensadas para o cotidiano e para o trabalho, com tecidos confortáveis e muitos bolsos.

Mas ali, além da funcionalidade, havia uma conexão que sempre esteve presente: o Surf, a Arte e a Liberdade.
| A natureza como parte do processo
E para criar as obras da coleção, Thiago buscou elementos que fazem parte da sua própria trajetória.
Uma delas é Cavaleiro das Artes, uma representação autobiográfica do artista e do compromisso que mantém com a criação.

A outra é Cabeça nas Ondas, que nasce da relação cotidiana com o mar e o surf.

Essa relação também se revela na paleta escolhida para a coleção.
Os tons de areia remetem à praia. O azul encontra o mar. Os verdes dialogam com a floresta. Os tons terrosos fazem parte da linguagem que o artista já utiliza em suas obras.
São cores que vêm de uma paisagem vivida, observada de perto e transformada em linguagem.
O fundo se mistura à imagem, as formas se encontrame alguns detalhes só aparecem quando o olhar permanece um pouco mais sobre a obra.
Ele acredita que a obra pode ser observada por diferentes pessoas e provocar diferentes interpretações.
| Quando a arte ganha movimento
Para Tiago, quem veste também passa a fazer parte da obra. É uma outra forma de fazer a arte circular.

No fim, essa colaboração fala sobre encontros.
Entre a arte e o cotidiano.
Entre o corpo e a paisagem.
Entre quem cria e quem veste.
Uma obra que nasceu no sul do Brasil, mas que agora pode caminhar pelo mundo.
